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One Planet for All
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Restiamo umani:  indignamoci.

Nel momento della perdita di Stéphane Hessel la sua voce di combattente è ancora più viva.Ci ricorda che restare umani è  non perdere mai l'indignazione di fronte a qualsiasi sopraffazione o atrocità comesse dagli uomini sui propri simili.
La sua vita è stata spesa in favore dei diritti umani fin dalla loro stesura.

Stéphan HesselL'immagine  è tratta dal film "Stay Human" una raccolta di testimonianze e letture ideata  da Vittorio Arrigoni a cui partecipò  fra gli altri testimoni lo stesso Stephan Hessel.

 
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Tratto da:

Quarta-feira, 17 de abril de 2013

De Carajás a Felisburgo, violência contra trabalhadores do campo persiste

Em 2012, o número de assassinatos no campo cresceu 10,3% em relação a 2011, subindo de 29 para 32;
no país, de 2000 a 2012, os conflitos agrários provocaram 458 mortes

17/04/2013

Iris Pacheco
da Página do MST

A tensão causada pela disputa por terras tem se agravado e elevado o número de mortos em conflitos
fundiários no Brasil. Na maioria dos casos o poder judiciário omite sua responsabilidade em
solucionar de assegurar aos trabalhadores e trabalhadoras rurais a garantia do direito à terra.

Em 2012, o número de assassinatos no campo cresceu 10,3% em relação a 2011, subindo de 29 para 32.
As mortes aconteceram, em sua maioria, no Pará e em Rondônia, estados onde os conflitos por terras
e as disputas em torno da exploração ilegal de madeira têm recrudescido nos últimos anos.
No país, de 2000 a 2012, os conflitos agrários
provocaram 458 mortes.

Para Alexandre Conceição, da coordenação nacional do MST, “é preciso combater a impunidade contra a
violência do latifúndio. Os dados dos conflitos no campo atestam o crescimento de crimes referentes
à violação dos direitos humanos e conflitos agrários. Enquanto isso o judiciário permanece complacente
na hora de julgar o latifundiário”.

Abaixo, os assassinatos mais recentes e simbólicos daqueles que dedicaram sua vida lutando pela terra:

Rio de Janeiro

Cícero Guedes - Trabalhador rural e militante do MST

Em janeiro de 2012, Cícero Guedes foi assassinado por pistoleiros, nas proximidades da Usina Cambahyba,
no município de Campos dos Goytacazes (RJ). Cícero foi baleado com tiros na cabeça quando saía do
assentamento de bicicleta.

A usina é um complexo de sete fazendas que totaliza 3.500 hectares. O local tem um histórico de 14 anos
de luta pela terra. Em 1998 a área recebeu Decreto de Desapropriação para fins de Reforma Agrária.
No entanto, até hoje a desapropriação não ocorreu.

Regina dos Santos Pinho – Militante do MST e CPT

Onze dias após a execução de Cícero Guedes, Regina dos Santos, é encontrada em sua residência com um
lenço vermelho amarado no pescoço e seminua. Residente no assentamento Zumbi dos Palmares, Regina
sempre contribuiu na militância do movimento e era referência em agroecologia no assentamento.

Pará

Massacre de Eldorados dos Carajás

Emblemático por ser considerado o maior caso contemporâneo de violência no campo, o Massacre de
Eldorados dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, resultou em 21 mortos e 37 feridos de bala.
A ação policial se utilizou de 155 homens de dois grupos da Polícia Militar do Pará para atacar os Sem Terras.

Em maio de 2002, em Belém, o coronel Mario Colares Pantoja, foi condenado a 280 anos de prisão pelo
tribunal do júri e pelo assassinato dos trabalhadores. Mesmo sendo condenado, o réu só foi cumprir
pena no Centro de Recuperação Anastácio das Neves (Crecran) em 7 de maio de 2012, 10 anos depois.

Mamede Gomes de Oliveira – Trabalhador rural e militante do MST

Em dezembro de 2012, “seu Mamede” foi assassinado dentro de seu lote na região metropolitana de Belém,
com dois tiros disparados por Luis Henrique Pinheiro, preso logo após o assassinato.

Mamede era uma grande referência na prática da Agroecologia e criou o Lote Agroecológico de Produção
Orgânica (Lapo), onde desenvolvia experiências de agricultura familiar para comercialização e consumo
próprio.

José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo Silva - Extrativistas

O casal de extrativistas foi assassinado em maio de 2011, no interior do Projeto de Assentamento
Praia Alta Piranheira, município de Nova Ipixuna, Sudeste do Pará.

Dois anos depois, o júri popular absolveu José Rodrigues Moreira, apontado pelo Ministério Público
como mandante da morte do casal. O mesmo júri condenou a 42 anos e oito meses o irmão dele, Lindonjonson
Silva Rocha, por ter armado a emboscada, e Alberto Lopes Nascimento, a 45 anos, como autor do duplo homicídio.

Ainda aguarda o julgamento de Gilsão e Gilvan, proprietários de terras no interior do Assentamento,
que também teriam participado do crime como mandantes.

Paraná

Sebastião Camargo – Trabalhador Sem Terra

O trabalhador Sem Terra foi morto durante um despejo ilegal na cidade de Marilena, no Noroeste
do Paraná, que envolveu cerca de 30 pistoleiros, entre eles Augusto Barbosa da Costa e Marcos
Prochet, autor do disparo que matou o agricultor, todos integrantes de milícia organizada pela União
Democrática Ruralista (UDR). Além do assassinato de Camargo, 17 pessoas, inclusive crianças, foram
feridas durante a ação truculenta.

O julgamento dos acusados de assassinar Sebastião Camargo, que estava previsto para fevereiro
desde ano, foi mais uma vez adiado.

José Alves dos Santos e Vanderlei das Neves - Trabalhadores rurais

Em 16 de janeiro de 1997, cerca de dez trabalhadores foram alvejados por tiros em uma lavoura
de milho. Na ocasião, além de Neves e Santos, que morreram no local, José Ferreira da Silva,
38 anos, também foi ferido com um tiro de raspão no olho.

O crime aconteceu na Fazenda Pinhal Ralo, em Rio Bonito do Iguaçu, da empresa Giacometi Marondin
(atual Araupel). Os acusados, Antoninho Valdecir Somenzi, 57 anos, e Jorge Dobinski da Silva,
69 anos, foram absolvidos pelo júri, que alegou falta de provas para atribuir os crimes aos suspeitos.

Valmir Motta de Oliveira (Keno)

Em 2007, Valmir Motta de Oliveira, conhecido como Keno, foi morto por pistoleiros, quando o
MST ocupou a área da empresa Syngenta, em Santa Tereza do Oeste, para denunciar a transnacional
pela realização de testes ilegais com transgênicos nas proximidades do Parque Nacional do Iguaçu.

Bahia

Fábio Santos da Silva – Militante do MST

Fábio foi assassinado por pistoleiros com 15 tiros, no início desde mês de abril, no município de
Iguaí, região sudoeste da Bahia. Os militantes do MST da região começaram a sofrer ameaças dos
latifundiários, desde o ano de 2010, quando famílias acampadas no Acampamento Mãe Terra realizaram
diversas ocupações.

Minas Gerais

Massacre de Felisburgo

Foi em novembro de 2004. Cinco Sem Terra foram assassinados por jagunços armados, que invadiram o
acampamento Terra Prometida, em Felisburgo, na região do Vale do Jequitinhonha (MG). Outros 20
ficaram gravemente feridos, barracos e plantações foram queimados.

O latifundiário mandante do crime, Adriano Chafik, proprietário da fazenda Nova Alegria, ocupada
havia dois anos por 230 famílias do MST, confessou publicamente ser o mandante da chacina.

Nove anos depois, o julgamento, inicialmente previsto para janeiro deste ano, foi finalmente
marcado para o dia 15 de maio, em Belo Horizonte.

Chacina De Unaí

Em Janeiro de 2004, quatro servidores da Delegacia Regional do Ministério do Trabalho foram
assassinados quando apuravam uma denúncia de trabalho escravo em fazendas do agronegócio,
na zona rural de Unaí, noroeste de Minas Gerais. A “Chacina de Unaí” motivou a celebração
o dia 28 de janeiro como o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.

 
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Francesco, facci sognare ancora…

(Queste riflessioni sono fiorite un fine settimana trascorso in un villaggio sperduto nel nordest brasiliano flagellato dalla siccità, tra gente semplice riunita attorno alla passione per  la “parola di Gesù” in preparazione alle “sante missioni”)


Tiravano i primi venti di teologia della liberazione. I teologi degli ultimi buttavano in faccia al primo mondo le loro sfide. E, dentro di me, si faceva strada un Tommaso ficcanaso, che pretendeva mettere le mani nelle piaghe dei popoli crocifissi. Per cogliere la differenza tra il Cristo dei popoli arricchiti e quello dei popoli impoveriti.
Inviato per evangelizzare gli ultimi (Maranhao, Brasile), vengo evangelizzato dagli impoveriti. Da quel contadino analfabeta, che mi accoglie nel suo santuario interiore: “Se i ricchi hanno tutto, a che gli serve il Cristo? Allora è nostro, spetta a noi che non abbiamo niente...”.
Mi disseto delle loro lacrime. Immergo le mani nel loro sangue. Custodisco nel cuore le loro croci. Quando aiuto dieci poveri/cristi, il giorno dopo ne arrivano cento… Mi rivelano che sulla ingiustizia strutturale, istituzionalizzata non si mettono cerotti assistenziali, ma penicillina evangelica. Che le strutture del peccato sociale non si cambiano con devozioni e pellegrinaggi, apparizioni e santuari.
Eppure nei libri di testo c’è spazio solo per il Cristo confezionato dai teologi europei. La teologia romana,  l’unica possibile. Una teologia “urbi et orbi”, calata in formule greco/romane, modulata secondo canoni di pensiero e costumi occidentali.
Nel ’68 un brivido pervade seminari e conventi: in duemila anni che cosa ha prodotto una teologia a servizio d’ogni potere temporale, funzionale alla religione di stato,  all’obbedienza cieca ai dittatori, alla dottrina tridentina, ai seminari minori e maggiori, al prete funzionario del culto, ad assistenzialismi umilianti, a devozioni alienanti?
Oggi quanti preti di colore sono in cura d’anime nel primo mondo? Gli evangelizzati diventano evangelizzatori? Ha ancora senso la missione di stampo europeo al seguito, ieri, dei conquistadores, oggi, dei consumismi alla coca-cola? E si pretende ancora di imporre ed esportare il modello europeo a tutte le longitudini e latitudini del pianeta. In nome dell’unità non si travolgono culture locali,  tradizioni della religiosità popolare, usi e costumi millenari? Una globalizzazione cattolico/romana dei riti, del diritto canonico, del potere spirituale, cui devono uniformarsi indios, poligami, esquimesi, pigmei, ecc.
La cristianità giustifica e supporta ogni potere politico ed economico, dall’imperatore all’imperialismo, dalle crociate all’inquisizione, dal colonialismo ai dittatori di turno. Con l’arroganza dell’unica vera religione, con la presunzione dell’unica verità in nome di un “dio” meschino e geloso. Dove sono i teologi, pastori, papi quando i popoli colonizzatori impongono nuove schiavitù, inventano guerre mondiali (la prima 20milion di uccisi, la seconda 40milioni senza contare vedove, orfani, mutilati, disperati) campi di sterminio (sei milioni ridotti ad un filo di fumo), i funghi di Hiroshima (200mila polverizzati in un istante) e Nagasaki? Ma i selvaggi, “ignoranti ed immorali”, non hanno mai fatto di queste invenzioni diaboliche…
Per non essere da meno del Fhurer, la cristianità europea ha preteso di essere la super-religione, l’unica ed esclusiva guida spirituale della storia? E l’idolatria della razza, del sangue? Quando Hitler esaltava la razza ariana non era quello il momento storico per dichiarare al mondo: “non dalla carne delle razze, non dal sangue delle patrie, non dalla pulizia etnica nasce il popolo nuovo?”.
Solo i popoli derubati sono in grado di produrre le proposte giuste per la conversione dell’occidente? Per esempio: le università romane siano delocalizzate nei calvari/favelas; i noviziati siano inseriti nelle periferie; i preti siano solo anziani  di provata esperienza; la curia romana sia decentralizzata nei paesi a maggioranza cattolica; la sede di Pietro sia itinerante; i musei, palazzi vaticani e cattedrali siano affidate all’Unesco come patrimonio dell’umanità; lo IOR sia la banca dei popoli impoveriti con prestiti a interesse zero; solo associazioni laicali gestiscano i beni ecclesiali; le missioni prendano il cammino a ritroso: solo i popoli del sud possono evangelizzare i popoli del nord; proibita la beneficenza (se hai in più non lo hai sottratto a qualcuno?); abolite le conversioni del riso, le università cattoliche, le scuole cattoliche, strumenti per indurre e sedurre “anime ingenue ed innocenti”; i beni ecclesiastici siano restituiti ai loro legittimi destinatari: i poveri.
Chi, se non gli impoveriti, ci insegneranno come sciogliere la nostra solidarietà con il mercato globale? Come denunciare la complicità cattolica con le strutture di peccato?
Che ce ne facciamo di una religione ridotta a spettacolo? Come sono diversi gli show di Cristo a Betlemme e sul Calvario… Come è possibile che la chiesa perseguitata nei primi secoli oggi sia contesa e celebrata da tutte le TV del mondo?
Una società assistenzialista non può fare a meno dei poveri per sentirsi buona a Natale. La chiesa non si è identificata con un certo umanitarismo, la carità non è ritenuta il business cattolico per eccellenza, la beneficenza espressione massima delle virtù cristiane? Noi poveri non siamo sempre stati usati come  strumenti per fare del bene, per accumulare meriti per il paradiso? Ridotti a pance da riempire, anime di serie B da comprare con le conversioni del riso! Moltiplicare le mense dei poveri, pregare con i carcerati, è qualcosa di umanitario ma potrà mai risolvere il problema dell’esclusione sociale in tanti paesi del pianeta? Ci ridurremo sempre a mettere pannicelli caldi su infezioni sociali che esigono riforme strutturali, cambiamenti globali?
Verso un benefattore proveremo timore reverenziale, che impedisce l’unico rapporto possibile tra uomini, non al di sopra né al di sotto, ma alla pari?
Papa Francesco: solo noi, vittime della storia, ti daremo il coraggio di predicare all’universo: “Non più ricchi e poveri, assistenti ed assistiti, benefattori e beneficati, popoli primi e popoli ultimi? Tra amici ci si aiuta, tra fratelli si condivide”. Il modello di uomo che Cristo viene ad inaugurare è colui che “da le briciole” o colui che “condivide”? Bisognerebbe chiederlo a tuti i poveracci che sono stati oggetto delle cure delle patronesse, di ogni assistenzialismo, di ogni missionario distributore di sporte alimentari… Se Cristo propone di essere fratelli come è possibile esserlo se un popolo ha troppo e l’altro troppo poco? La predicazione del Cristo porta forse alla strutturazione in classi sociali o le esclude?
C’è qualcosa di cristiano (o di umano) laddove c’è un popolo, che muore di fame e l’altro di anoressia o di bulimia?
Francesco: sei tu il papa che deve venire vestito dei sogni di Francesco per fare sognare i popoli impoveriti? Avrai il coraggio, sul suo esempio, di fare un pellegrinaggio alla Mecca, chiedendo perdono per le crociate? Sposerai la Quaresima con il Ramadan? In questo pianeta in disgregazione se non si uniranno le religioni, chi altri mai avrà a cuore le sue sorti? Tutti i Dalai Lama non meritano la gloria del Bernini? I bonzi non dovrebbero insegnare nelle università cattoliche le beatitudini del Cristo/figlio dell’uomo? E perché non invitare a predicare in Vaticano un senza tetto, un senza terra, un disperato, un drogato, un popolo/Lazzaro?

Come quel contadino diceva a Francesco: “Fai sul serio…”, anche noi, vittime del primo mondo bianco e cristiano, ti diciamo: “Non prenderci in giro, fai sul serio, vai in fondo… E, sul fondo della storia troverai tutti, noi, popoli comprati e venduti per meno di trenta denari…”

 
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